Falcão - Consultoria e Projetos Ambientais Ltda

Com estudo e muita dedicação que a empresa FALCÃO surgiu. Após sair da universidade, minha mente abriu para uma nova fase: ENGENHARIA AMBIENTAL. Sendo assim, como tudo em minha vida, não tinha como separar meu jeito alegre e jovem de ser da minha vida profissional. Hoje eu e meus parceiros cuidamos de cada projeto com toda atenção e carinho para atender com QUALIDADE & PRAZO nossos clientes.



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Engenharia florestal: profissão do século XXI


Cálculo, Matemática, Física, Química... Noções de Economia, Administração de Empresas, Direito, Sociologia, Sustentabilidade. Se essas disciplinas parecem ter pouca relação com a Engenharia Florestal, saiba que não é nem de longe o que acontece na realidade de quem estuda e de quem lida com a profissão, que comemora em 12 de julho sua data oficial. Atualmente, 15 mil profissionais esforçam-se para dar ao país uma nova dimensão desta atividade, que estaria, na verdade, mais próxima das especificidades técnicas das engenharias do que propriamente de antigas concepções relativas à proteção das florestas.

 Em 62 cursos espalhados pelo país, onde são formados todos os anos cerca de 1.500 novos engenheiros florestais, eles vêm se aproximando gradualmente das demandas mais complexas de uma gestão ambiental e de uma indústria focadas no manejo sustentável e multidisciplinar de espécies nativas, deixando cada vez mais em segundo plano, ao menos na teoria, os reflorestamentos por espécies exóticas como o eucalipto e o pinus, ou ainda as autorizações de colheita florestal, que caracterizavam a atividade há algumas décadas.

Representação

No Sistema Confea/Crea, onde somam-se cerca de 11 mil registros, os profissionais conquistaram este ano a criação da Câmara Especializada de Engenharia Florestal, aprovada pela Decisão Plenária 724/2012. A Câmara está em fase de implantação. De acordo com o engenheiro florestal e chefe da Assessoria de Comunicação e Marketing do Confea, José Demetrius Vieira, as demandas da classe terão pela primeira vez voz no Conselho, inclusive na Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (SOEA, marcada para novembro). “Acompanhamos as reuniões da Rio + 20 e vamos tentar levar à SOEA um programa definido para fortalecer as competências dos engenheiros florestais, como o manejo florestal, além de procurar orientar a fiscalização em todo o país por meio de um arcabouço legal construído em diálogo com a categoria”, diz.

A representação da categoria se faz também por meio da Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais (SBEF), atualmente presidida pelo conselheiro do Crea-SC Gilberto Ferreti. Segundo ele, o atual quadro ainda é insuficiente para atender à demanda do país, crescente de acordo com a evolução tecnológica do setor. “Há cerca de 10 anos não possuíamos a metade dos cursos atuais”, considera. Ferreti atribui a exigências do mercado, como a Certificação Florestal, o crescimento desta demanda por profissionais.
O presidente da SBEF ressalta que a maioria dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento ainda é promovida pelas grandes empresas, públicas e privadas, em torno das culturas de pinus e eucaliptos. “Isto não significa que não existam trabalhos com outras culturas como a araucária e outras nativas, porém em menor volume e na maioria ligados a instituições de ensino e pesquisa que procuram integrar universidades e empresas”.

Manejo e engenharia

Esse processo teve como marcos mais recentes, no país, a criação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama, em 1989), a criação do Programa Nacional de Florestas (PNF, 2000, que deu origem ao atual Conselho Nacional de Florestas), a Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei nº 11.284/2006), a criação do Serviço Florestal Brasileiro (2006) e, por fim, a Resolução 406/2009 do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama, sobre os parâmetros técnicos do Plano de Manejo Florestal Sustentável).

“Os estados produtores adotaram regras em comum sobre a retirada da floresta, estabelecendo reservas legais para o manejo e gerando uma responsabilização comum maior”, acrescenta Anna, esclarecendo que a atual polêmica sobre o Código Florestal, na verdade, não está diretamente relacionada com a Engenharia Florestal porque ele se refere ao uso do solo, abrangendo florestas e outras formas de vegetação. Hoje, ressalta, o arcabouço legal que envolve a engenharia florestal preconiza que as florestas nativas podem ser concedidas para o manejo florestal, assim como doadas para comunidades extrativistas. “Mas o manejo hoje é um licenciamento, não é visto nem exercido como uma obra de engenharia. Se o engenheiro florestal não for valorizado, vamos enterrar o manejo florestal. E o Confea tem um papel fundamental para cortar na carne e mostrar a cara boa da engenharia florestal do país”, destaca Fernando Castanheira.

A atividade atua direta e indiretamente sobre áreas como a siderurgia, a construção civil, a produção de fibras e papel e ainda as indústrias de embalagens e farmacêutica.  Em busca de investigar como se dão as implicações econômicas, sociais, comunicativas e até mesmo culturais das populações envolvidas nestes processos, a engenharia florestal se apresenta como uma das profissões mais importantes do novo milênio. “Ela não está só no campo, está em nível de decisão. A sociedade não entende ainda a importância das florestas para o país, enquanto nós procuramos tentar trazer uma linguagem nova para as políticas de engenharia florestal, evoluindo para o conhecimento existente e para a inovação, inclusive para cobrar da indústria o uso de dados técnicos por parte dos engenheiros e também cobrar, do profissional, a responsabilidade sobre suas decisões e até mesmo para trazer a discussão do manejo florestal para a realidade, até para saber se ele é viável ou não”, ressalta Anna Fanzeres.

Fonte: Henrique Nunes - Assessoria de Comunicação e Marketing do Confea

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Olimpíada sustentável?


Faltam poucos dias para o início dos jogos olímpicos de Londres e a cidade está finalizando os preparativos para receber milhares de pessoas de todas as partes do mundo. E para fazer dessas Olimpíadas a mais sustentável que o mundo já viu, construção de estádios e transporte público ganharam atenção especial visando diminuir o nível de danos causados ao meio ambiente sem perder a eficiência.

Um dos setores que sofreu grandes mudanças foi o de transportes. O principal aeroporto internacional da cidade, Heatrow, inaugurou um sistema de carrinhos elétricos chamados “Ultra” que transportam os passageiros até o setor de estacionamentos, além da poluição, o tempo de espera. Os tradicionais ônibus vermelhos ganharam design moderno e foram adaptados para poluir menos e melhorar a acessibilidade de usuários com dificuldades de locomoção. Além disso, novos modelos de táxi totalmente ecológicos, movidos à energia elétrica, começaram a circular nas ruas.

Para estimular as pessoas a deixarem o carro em casa e optarem por meios de transporte alternativos, evitando congestionamentos e diminuindo a liberação de CO2, a prefeitura está fazendo fortes campanhas e planeja recompensar quem fizer esta troca.

Para evitar problemas com as megaconstruções depois dos jogos, foram criadas as arenas recicláveis, que reduzem os custos e diminuem o impacto causado ao meio ambiente.  No final do evento, toda a estrutura poderá ser desmontada e reutilizada em outras instalações esportivas pelo país.

Uma grande preocupação da prefeitura de Londres é com relação ao lixo que será gerado durante os jogos. Por isso, além do organizado esquema de coleta seletiva, outra aposta é nas embalagens biodegradáveis.

A qualidade do ar também entra na lista de melhorias promovidas com a chegada dos jogos. Uma solução química capaz de atrair as partículas de poeira e prendê-las no asfalto está sendo espalhada pelas ruas da cidade. Uma vez coladas no asfalto, as partículas são recolhidas pelo movimento dos pneus ou lavadas pela chuva.

É ou não é um bom exemplo para as próximas cidades-sede?

Fonte: Revista Exame

Conhece a GreenCam?


Já pensou em quanta energia você gasta durante o dia com o computador? Cada vez que sai da frente da máquina para fazer alguma coisa, a tela fica ligada, consumindo energia sem necessidade.

Pensando em evitar o desperdício, a empresa Ecobenefícios criou a GreenCam! Funciona assim: você entra no site, baixa o programa de graça e a partir daí a webcam vai funcionar como um detector de presença. Sempre que você se afastar da frente da máquina, ela desliga a tela para você.

É simples, rápido e não custa nada. Além de ajudar o seu bolso, se todo mundo usar, vai fazer uma grande diferença para o meio ambiente.

Uma grande mudança é feita de pequenos atos!

Para fazer o download é só acessar o link https://www.ecobeneficios.com.br/greencam.

Fonte: Blog da Gisele

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Cidade Sustentável – exemplo para o mundo


A China vive em situação ambiental crítica. O país que se tornou uma potência econômica tem hoje 70% de seus rios contaminados e possui em seu território 16 das cidades mais poluídas do mundo. Para minimizar os efeitos do crescimento desordenado, está investindo mais de 80 bilhões de reais para construir uma cidade sustentável e ecologicamente correta.

Turbinas de vento, painéis solares, veículos elétricos e reciclagem de lixo. A cidade é projetada para funcionar apenas com energia verde, evitando qualquer tipo de agressão à natureza. Algo em torno de 350 mil pessoas devem morar no distrito, que começou a ser construído em 2007 e tem previsão de conclusão para 2020. Com o objetivo de desenvolver uma cultura ecológica entre os moradores, espera-se que 90% das pessoas andem a pé, de bicicleta ou transporte público e que a geração de lixo doméstico não ultrapasse 800 gramas diárias por pessoa.

Aliando tecnologias inovadoras a conceitos e design sustentáveis, a eco-cidade vai criar uma área urbana que esteja em harmonia com pessoas, economia e meio ambiente, gerando equilíbrio e provando que é possível levar uma vida confortável sem agredir a natureza. Com certeza será um bom exemplo a ser seguido por outros países.

Foto ilustrativa da Cidade Sustentável 



Fonte: Blog da Gisele

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Sabão ecológico


Fabricar seu próprio sabão é uma opção para contribuir com o meio ambiente evitando o despejo de óleo de cozinha em redes de esgoto e rios. O processo é simples e exige como ingredientes principais o cuidado e a atenção, recomendamos o uso de equipamentos de proteção e segurança.

Veja abaixo o que é necessário para preparar 60 pedaços de sabão, usando como forma caixas de leite longa vida.

1º PASSO
Prepare as formas utilizando caixas de leite longa vida vazias. Nessa receita rende em média 14 caixas, o que corresponde a 14 litros de sabão, chegando a sessenta barras quando cortados.
Pegue 14 caixas de leite e abra na parte lateral.

2º PASSO

Organize as caixas paralelamente. Use jornal como base para todas as etapas da receita.

3º PASSO
Reúna os ingredintes.
• 2 quilos de soda cáustica em escamas;
• 10 litros de óleo (utilize uma peneira para tirar impurezas)
• 2 copos de sabão em pó;
• 2 litros de água (fervendo);
• Um copo americano de Esência de Eucalipto (Utilizo o da marca Koala) ou Pinho Sol.

4º PASSO
Coloque a soda cáustica em um balde forte e acrescente a água fervendo. Haverá reação química e formação de vapores perigosos. Este é o momento mais delicado da receita.


5º PASSO
Adicione os dez litros de óleo já coados. Comece a mexer e só pare quando mudar a consistência do líquido para um leve pastoso.

6º PASSO
Durante o início do processo de mexer a receita com uma colher de pau ou pedço de madeira longo, adicione o sabão em pó e a essência. Volte a mexer até alcançar a consitência desejada.

7º PASSO
Logo que alcançar a consistência pastoso leve, despeje a mistura nas embalagens de leite longa vida. Lembre-se, é recomendável o uso de equipamento de segurança e prepare todo o processo usando jornais como base.

8º PASSO
Após aproximadamente uma semana o sabão estará quase duro, já será possível deixar marcas de dedos sem sujar as mão. Quando ficar desse jeito, cheque se as laterais da embalagem, confirme se estão se soltando sem deformar o sabão
 
9º PASSO
Se já estiver se soltando da embalagem, utilize um estilete como apoio e retire as pedras de sabão da embalagem. Em seguida corte o sabão em pedaços, cada pedra de sabão dá em média quatro pedaços. Deixe secar ao sol por mais uma semana antes do uso. O uso antecipado pode causar irritação na pele.

É preciso alguns cuidados,viuu?

 - Não manuseie soda cáustica na presença de crianças. A reação química dos produtos utilizados na fórmula geram vapores que podem queimar e intoxicar.

- Observe a posição do vento antes de iniciar a receita e tenha certeza de que os vapores irão em direção oposta a você.

- O momento em que a soda se dissolve na água quente é gerado vapor tóxico.

- Utilize uma ferramenta longa para mexer a fórmula, tendo sempre o cuidado para não espirrar a mistura em você. Se preferir, ainda, utilize luvas e máscara.

 Fonte: http://panohippie.blogspot.com.br